Pushnews AI — motor autônomo de conversão

Proposta de direção de produto

Push não avisa. Push vende.

A tag já está lá. Cada semana ligada, ela vale mais.
Durante anos ela serviu para avisar: chegou promoção, saiu matéria, tem novidade. Mas ela vê a loja inteira por dentro — quem volta ao mesmo produto, quem trava no frete, quem estava quase. A proposta é usar isso: em vez de pedir ao lojista que configure segmentos, campanhas e regras, um motor observa, entende, decide e aprende sozinho. O lojista só define os limites.

Para a equipe de produtoPushnews · Autonomous Conversion Enginev1 — para discussão

Uma página

O documento em cinco minutos

As seis secções seguintes são o detalhe. Esta é a versão curta: a proposta, o que já está a funcionar, o que ainda é simulação, e a decisão que peço.

A proposta

A tag do Pushnews já está instalada em milhares de lojas e hoje só serve para avisar. Ela vê a sessão inteira: quem volta ao mesmo produto, quem trava no frete, quem estava quase a comprar.

Em vez de pedir ao lojista que configure segmentos, campanhas, gatilhos e testes, um motor observa a sessão, decide se vale a pena interromper, escolhe o que dizer e por onde dizê-lo — onsite, push ou WhatsApp. O lojista define só os limites: desconto máximo, categorias, frequência.

O que já está feito, e o que falta

  • D1 · Endpoint de coleta — feito, no arEdge function pública que aceita lotes, valida o envelope, limpa PII com chave idempotente e recusa lojas sem autorização registada.
  • D2 · Coletor v2 — escrito e exercitado em ChromiumJSON-LD, dataLayer, rolagem, tempo, hesitação, saída e troca de rota em SPA. Sem dependências, sem build.
  • D3 · Ligado ao gerador de pacotes — em mainFlag por loja, desligada de fábrica, com prova de md5 de que quem não está na lista recebe pacote byte-a-byte idêntico.
  • D4 · Verificado na nossa própria loja — feitoNenhum cliente envolvido. O produto atual não mudou de comportamento.
  • D5 · Primeira loja real — falta, e é decisão comercialUma conta ativa, com volume, autorização por escrito e um interlocutor acessível. Depois dela, cada loja nova é uma linha de configuração.

O que é real e o que é simulação — para não haver dúvida

Real: o coletor, o endpoint, a ligação ao gerador de pacotes, os botões de WhatsApp da secção 07 (abrem conversa a sério) e a verificação automática que abre um browser e usa estas páginas como faria uma pessoa.

Simulado: as mil sessões da console e todos os valores em reais que delas saem. São gerados com semente fixa e servem para mostrar o mecanismo da decisão — não são previsão de receita. Numa loja real isso mede-se com grupo de controlo, não se afirma.

Numa loja que não é a de demonstração

A objeção certa é: como sabemos qual botão é o tamanho do calçado, qual é o frete, qual é a aba de avaliações? Resposta curta, em três camadas — o detalhe está na secção 02 · Técnico:

  • Zero configuraçãoTipo de página, produto, preço, stock e categoria saem do JSON-LD que a loja já publica para o Google. Rolagem, tempo, n.ª visita, n.ª vez no mesmo SKU, hesitação e intenção de saída são temporização e geometria — não precisam saber o que é cada botão.
  • O que a loja já emiteQuem tem GA4 empurra view_item, add_to_cart, begin_checkout no esquema padrão. Escutar o dataLayer é um adaptador; as cinco plataformas dominantes são mais cinco. Nada disto é por cliente.
  • O que é mesmo semânticoBotão de tamanho, cálculo de frete, aba de avaliações: autocaptura anónima do clique e um mapa semântico gerado por modelo, uma vez por loja, versionado. E o motor decide sem esperar por ele — o rótulo serve para escrever a frase, não para tomar a decisão.

A decisão que peço

Nenhuma peça de infraestrutura nova está em falta e nada aqui está bloqueado por decisão de arquitetura. O que falta é escolher a primeira loja real e ligar-lhe a flag, com autorização por escrito. É a única data que precisa de ser marcada.