Captar sinal, tomar ação

a carregar…

Estes sinais foram captados em lojas reais de clientes do Pushnews, sem a tag ligada e sem ninguém configurar nada.

Abriu-se cada loja num navegador, correu-se lá dentro o coletor, e o que ele viu ficou gravado. Nenhum evento saiu para lado nenhum: o envio é interceptado dentro do próprio navegador. Reproduz-se com .

Cada cartão abaixo é um sinal e o que o motor faz com ele — a meio da sessão, não só no fim. E quando o motor não consegue ler o que trava a pessoa, não inventa nem se cala: pergunta.

Em cada cartão há um botão que abre a loja com aquela mensagem no ecrã, pintada pelo mesmo motor que a pintaria numa loja a sério. Dá para carregar nela e ver o que o motor aprende com a resposta — porque a reação também é sinal.

Como é que a tag sabe? → o que se sabe no dia um sem configurar nada, o que um ensino por template acrescenta, e o que fica para a conversa — medido em 4 lojas reais e 2 plataformas

Ver o pedido de notificações → abre a loja com o pedido de notificações que o visitante vê. Cada caso abaixo tem o seu próprio botão para ver a mensagem que lhe corresponde.

01O que se captou

Contagens do que foi mesmo observado. Sem tag instalada, sem alterar uma linha no site das lojas.

02O que se lê — e o que não se lê

A diferença entre estas duas colunas é a razão de existir do WhatsApp neste produto. Como é que a tag descobre isto sozinha, em lojas que nunca viu, está medido em como a tag sabe.

Lê-se, sem configuração

    Não se lê

      03Os casos

      Um exemplo por sinal captado. Cada um lê-se em quatro tempos: o que se viu, o que se decidiu, o que se fez e o que a pessoa fez com isso — porque a reação dela também é sinal.