Pushnews · para lojas online

Encontre o lucro que já está dentro da sua loja.

Não vendemos notificações, nem anúncios, nem mais um painel. É uma máquina que observa onde cada visitante hesita, escolhe a intervenção mínima que resolve aquela hesitação, mede o que rendeu — e melhora a cada volta. Sem montar campanhas, sem desenhar segmentos, sem escrever regras.

Se já usa Pushnews, a tag já está instalada e não há nada a fazer. Primeiro observamos sem interferir. Depois mostramos onde há oportunidade e quanto pode valer.

Sem compromisso · Nada aparece na loja sem a sua aprovação · O ganho é medido contra um grupo de controle

Menos trabalho, não mais

Ninguém precisa criar segmentos, escrever textos nem marcar horários. O que hoje se configura passa a ser calculado.

Menos margem queimada

O desconto deixa de ser reflexo. Quem hesita pelo prazo de entrega recebe uma resposta sobre o prazo, não 10% da sua margem.

Ganho comprovado, não estimado

Há sempre um grupo de controle rodando. O que se reporta é a diferença — não a receita que teria acontecido de qualquer maneira.

Não é um painel que aconselha. É um motor que age, mede e volta a agir até bater o objetivo.

O ciclo

Uma volta completa, e depois outra

A instalação acontece uma vez. Tudo o que vem depois é um ciclo que não para: observar o que está acontecendo na loja, decidir a melhor ação, executá-la, medir o que ela fez ao lucro, aprender com o resultado e recomeçar com mais informação do que da vez anterior.

É essa a diferença entre uma ferramenta e um motor. A ferramenta espera que alguém a use; o motor gira sozinho, e cada volta sabe mais do que a anterior.

O ciclo: instalar uma vez, depois observar, decidir, agir, medir e aprender, repetindo até ao objetivo UMA INSTALAÇÃO · UM CICLO QUE NÃO PARA A tag uma vez, e nunca mais Observar sinal, catálogo, perfil Decidir ação, canal, momento Agir no site, push, e-mail, WhatsApp Medir conversão e margem Aprender o que ficou provado repete sozinho, até bater o objetivo
Cada volta entra na seguinte com mais informação: o que resultou fica, o que não resultou não se repete. ← arraste para ver →

Uma volta inteira, num caso

Como isso se parece, sessão a sessão

O que se segue é uma sessão da nossa demonstração, com o que o motor viu, o que decidiu e o que fez com o resultado. Nada aqui foi configurado por ninguém.

Isto é uma demonstração, não um resultado. As mil sessões são geradas por nós, a partir do comportamento que medimos em lojas reais — servem para mostrar como o motor decide, não para provar quanto ele rende. O número da sua loja só se sabe na sua loja, medido contra um grupo de controle.

Exemplo de uma volta completa do ciclo numa sessão de loja 1 · O QUE A TAG VIU, SEM QUE NINGUÉM CONFIGURASSE NADA viu o produto Pegasus · R$ 899 leu a página toda scroll 80% escolheu tamanho 42 abriu o frete e voltou atrás voltou ao produto 3.ª vez ia sair 5 minutos depois 2 · O QUE O MOTOR CONCLUIU, EM TEMPO REAL quer mesmo comprar 0,83 o que a trava é a entrega 0,87 o preço não a incomoda 0,31 3 · O QUE FEZ, E O QUE FICOU A SABER Agiu: prazo de entrega + prova social, no próprio site Sem desconto, sem pop-up, sem interromper. Custo: zero. Foi o que esta pessoa mostrou precisar, não uma regra da loja. Aprendeu: quem recua no frete quer prazo, não desconto Vale para quem se comporta assim, não para a loja inteira. Entra na volta seguinte — e fica só nesta conta.
O mesmo comportamento que hoje gera um registro de abandono contém a informação que evita queimar 10% de margem resolvendo o problema errado — o desta pessoa, que pode não ser o da pessoa seguinte. ← arraste para ver →

O painel de comando

O motor executa. Quem manda é a loja.

Autonomia não é entregar as chaves. O motor decide como chegar ao objetivo — quem abordar, quando, por onde e com que argumento. O que ele nunca decide é o que importa ao negócio: isso são ordens suas, e ele não sai delas.

Sempre ligados

Os limites permanentes

Cinco decisões, e mais nada. Valem o ano inteiro e são a cerca dentro da qual tudo o resto acontece. O resto é inferido: se dá para ler a categoria, não se pergunta a categoria; se dá para escrever o texto, não se pede o texto.

Objetivo do mês · receitaR$ 50.000
Desconto máximo10%
Contato por pessoa2 por semana
Tom da marcaDireto, sem exagero
AutonomiaAssistir
Com data para começar e acabar

As ordens com prazo — é aqui que vive a campanha

Black Friday, volta às aulas, escoar o inverno, uma ação paga por uma marca. Nada disso nasce dos dados: nasce de um contrato, de um armazém cheio, de um calendário fechado em junho. Você declara a ordem numa frase — o motor é que monta a campanha.

«De 24 a 30 de novembro quero escoar o estoque de inverno. Pode ir até 30%.» janela · 24–30 nov objetivo · 1.200 unidades escoadas (não receita) escopo · Inverno 24 · 86 SKUs teto de desconto · 30% só nesta janela investimento · até R$ 4.000 custa cerca de R$ 9.400 de margem. Confirma?
Acima de qualquer cálculo

Os inegociáveis

Coisas que têm de acontecer mesmo quando a conta do lucro esperado diz o contrário — porque há um acordo, um contrato ou uma decisão de marca por trás. O motor cumpre-as e desconta-as do que ainda pode fazer.

  • A linha premium nunca entra em desconto.
  • Quem vê corrida tem de ver a marca X — a ação é paga por ela.
  • O SKU 4471 tem de escoar até dia 15.
A qualquer segundo

Parar

Um botão. Para tudo, agora, sem explicação nenhuma e sem confirmação. É a única ordem que o motor não discute nem pondera.

O que estava no ar fica registrado onde parou, com o que já tinha rendido — retomar depois é outro clique, não um recomeço do zero.

A cerca: a loja desenha os limites, e o motor move-se livremente lá dentro A CERCA — DESENHADA PELA LOJA aqui dentro o motor escolhe sozinho, sem perguntar: quem quando por que canal com que argumento com que incentivo e se vale a pena e mede tudo o que faz, ação a ação FORA DA CERCA desconto acima de 10% a 3.ª mensagem da semana promoção na linha premium fora da janela da ordem não acontece — mesmo que dê lucro
A autonomia é o espaço dentro da cerca, e a cerca é sua. Aumentá-la ou apertá-la é uma decisão de um minuto, e vale a partir da ação seguinte. ← arraste para ver →

E o motor também propõe ordens

Quando vê 400 unidades com doze dias de cobertura, não espera pelo calendário: propõe a ordem de escoamento com o custo já estimado, e diz o que espera ganhar com ela. Aceitar é um clique. Ignorar não tem consequência nenhuma — a proposta cai sozinha e o motor volta ao que estava fazendo.

A autonomia ganha-se por degraus

  1. Aprender. A tag observa e não mostra nada. Identifica as páginas, lê o catálogo, constrói a taxonomia.
  2. Recomendar. Apresenta oportunidades já quantificadas, com a experiência exata que vai aparecer no site. A loja aprova uma a uma.
  3. Assistir. O que foi aprovado roda sozinho, e o motor otimiza por dentro: texto, momento, incentivo. Reporta o que aprendeu.
  4. Piloto automático. Dentro dos limites, lança e retira experimentos sem aprovação prévia — com interruptor de emergência e grupo de controle sempre rodando.

O que nunca acontece sem alguém dizer que sim

Baixar 10% o orçamento de uma campanha que está perdendo dinheiro é reversível e barato: faz-se. Mexer no preço acima do limite, dar um desconto acima do teto, disparar para toda a base ou aumentar muito o investimento — isso para e espera por uma pessoa. A regra é simples: quanto menos reversível é a ação, mais aprovação ela precisa.

O processo, passo a passo

Sete passos, e só o primeiro depende da loja

1

A tag entra — ou já está lá

Em quem já usa Pushnews não há instalação nenhuma: o script foi colado uma vez, há anos, e a configuração que ele carrega todos os dias é escrita por nós. Numa loja nova é uma linha de código, ou o plugin da plataforma. Não é preciso marcar eventos nem criar uma tag por botão: o motor reconhece sozinho página de produto, listagem, busca, carrinho e checkout, e lê o catálogo pelo que a própria loja já publica na página.

A loja fazCola uma linha. Ou, se já é cliente, não faz nada.
O motor fazReconhece os tipos de página, lê o catálogo e monta a taxonomia da loja.
2

Observa antes de aparecer

Nos primeiros dias não mostra absolutamente nada. Só coleta: o que foi visto, quantas vezes, com que profundidade de scroll, se abriu o frete, se escolheu tamanho, se voltou três dias depois. Daí sai um perfil que vai ficando mais nítido a cada visita — intenção de compra, sensibilidade ao preço, preocupação com a entrega, afinidade por categoria.

Uma sessão que hoje deixaria um único registro de saída passa a dizer uma coisa útil: esta pessoa não hesita pelo preço, hesita pela entrega. Dar-lhe 10% de desconto seria queimar margem respondendo à pergunta errada.

A loja fazNada. Nem segmentos, nem listas, nem eventos personalizados.
O motor fazConstrói um perfil por visitante e mede as barreiras reais da loja.
3

Define a estratégia sozinho

Aqui está a inversão. Hoje é o lojista que escreve as regras: quem vê o quê, quando, com que texto e com que desconto. Passa a ser um resultado calculado. Para cada pessoa, em cada momento, o motor pergunta qual é a ação com maior lucro esperado — e «nenhuma» é uma resposta legítima: nas mil sessões que temos gravadas, 71% não são tocadas por decisão do motor, não por falha.

Quando decide agir, decide tudo junto: o argumento (prazo de entrega, prova social, um incentivo), o canal, o momento e o tamanho do incentivo — o mínimo que ainda converte, nunca o do costume.

A loja fazDefine os limites: desconto máximo, frequência, tom da marca.
O motor fazEscolhe ação, canal, momento, texto e incentivo por lucro esperado.
4

Executa — não recomenda

A ação acontece. No site, enquanto a pessoa lá está; por notificação, minutos depois; por e-mail, horas depois; por WhatsApp, no dia seguinte — e só se o valor esperado pagar o custo do degrau. É uma escada: sobe-se um degrau de cada vez, e só quando o anterior não resolveu. Quem começa pelo desconto no WhatsApp está pagando caro por gente que voltaria de graça.

A loja fazNada. Aprovou a classe de coisas uma vez; a partir daí só vê o que aconteceu.
O motor fazGera a experiência e publica-a pela própria tag, dentro do que foi pré-aprovado.
5

Mede o que aconteceu — no lucro, não no clique

Toda a ação sai registrada com o que se esperava dela e com o que aconteceu de fato. Há um grupo de controle permanente, porque sem ele não se distingue receita influenciada de receita que teria acontecido na mesma. E o objetivo não é o clique, nem o ROAS: é o que sobra depois do custo do produto, do envio, das taxas e do desconto que foi dado.

Os objetivos viram testes com resposta seca — passa ou falha: a margem se manteve acima do mínimo? A frequência de contato respeitou o limite? A receita está na trajetória do mês?

A loja fazLê um número, não um relatório: quanto entrou a mais por causa disso.
O motor fazCompara com o grupo de controle e classifica cada objetivo em passa ou falha.
6

Aprende, e muda de estratégia

Falhou? Muda. Outro argumento, outro momento, outro canal, outro incentivo — ou, quando o que falta é informação, vai buscá-la: começa a observar um sinal que ainda não coletava, ou espera por mais sessões antes de decidir. Resultou? Escala com cuidado e guarda a lição.

E a lição nunca é sobre a loja inteira — é sempre sobre quem. «O frete convence» não quer dizer nada: dentro da mesma loja há quem desista pelo prazo e quem nem repare nele. O que fica guardado é a condição junto com o efeito: quem abre o frete e recua converte com prazo garantido; quem chega pelo Instagram responde a prova social e não a desconto; quem já comprou três vezes não reage a desconto nenhum.

Esse conhecimento vive na conta daquela loja e é dela. Depois de alguns meses, duas lojas nunca funcionam da mesma maneira — e nenhuma delas funciona da mesma maneira para toda a gente.

A loja fazLê, numa frase por semana, o que a IA descobriu — e sobre que tipo de gente.
O motor fazGuarda cada lição com a condição a que ela se aplica, e não repete um experimento já perdido sem motivo novo.
7

Repete até chegar lá

O ciclo roda sempre, e continua rodando por baixo das datas que você marcou no calendário. O que acaba não é a Black Friday nem a volta às aulas — é o trabalho de montar cada uma à mão. Elas continuam existindo, e continuam sendo suas: passam a ser uma ordem com prazo, e o motor é que monta a campanha por dentro dela.

Fora das janelas que você marcou, o motor persegue o objetivo do período. Dentro delas, persegue o objetivo da ordem — que na Black Friday pode ser volume, e não margem. Quando a janela fecha, volta ao que estava, já sabendo o que aprendeu lá dentro.

A loja fazMarca as datas que importam e o que quer de cada uma. Numa frase, não num formulário.
O motor fazMonta a campanha dentro da ordem, roda sem parar, e mostra em cada momento onde está.

A escolha do canal

Sobe-se um degrau de cada vez

Cada degrau custa mais e interrompe mais do que o anterior. Por isso não se começa pelo mais caro. E a qualquer momento a pessoa pode voltar sozinha — quando volta, a escada para onde está, sem gastar o degrau seguinte.

Escada de canais: site, notificação, e-mail e WhatsApp, por ordem de custo TEMPO DEPOIS DE A PESSOA SAIR → No site · agora custo zero · não interrompe Notificação · 30 min custo zero · se aceitou push E-mail · 4 horas custa centavos · se deu e-mail WhatsApp · 24 horas custa dinheiro · só se compensar
O limite de frequência é da pessoa, não do canal: três mensagens em três canais diferentes continuam sendo três interrupções. ← arraste para ver →

Transparência

Nada acontece sem ficar escrito por quê

Autonomia sem prestação de contas não se vende, e com razão. Cada ação do motor deixa um registro com o que estava antes, o que ficou depois, que evidência a justificou, o que se esperava dela, o que aconteceu de fato — e como se desfaz.

É por isso que a página inicial do produto muda de conversa: deixa de mostrar o que você criou e passa a mostrar o que você ganhou.

R$ 498.300
Receita influenciada
R$ 188.200
Receita incremental, contra o grupo de controle
14.382
Intervenções
27
Experimentos rodando
71%
Visitantes deixados em paz

Números de demonstração, à exceção dos 71%: essa é a fatia que o motor decidiu não tocar nas mil sessões que temos geradas. Uma plataforma que interrompe todo mundo está destruindo a experiência da loja.

A inversão

Tudo o que hoje se pede ao lojista passa a ser resultado do motor

Esta é a tabela que resume o produto inteiro. À esquerda, o trabalho que hoje pedimos a quem tem uma loja para administrar. À direita, o que passa a sair calculado.

Hoje é trabalho da lojaAmanhã é resultado do motor
Segmentos («viu a categoria X três vezes»)Intenção calculada continuamente
Audiências e listasUm perfil de interesses por visitante
Gatilhos e regras de exibiçãoOportunidades detectadas nos dados
Textos, títulos e botõesCriativo gerado para aquela pessoa
Escolher o descontoO incentivo mínimo que ainda converte
Horários e frequênciaO momento com maior lucro esperado
Testes A/B feitos à mãoExperimentação permanente
Escolher o canalCanal e momento por valor esperado
Montar a campanha: segmentos, textos, horáriosUma ordem com prazo — o motor monta o resto

O que isso não é

Não é um painel com IA por cima, nem um assistente que responde perguntas sobre os dados, nem uma lista de recomendações à espera de que alguém as execute. Todos esses devolvem o trabalho a quem já não tem tempo. A diferença é executar: descobrir o que se pode descobrir, fazer o que se pode fazer com segurança, e chamar uma pessoa só quando há risco ou ambiguidade a sério.

Como começa

Primeiro provamos o valor. Só depois se fala em pagar.

  1. A tag entra e cala-se. Durante algumas semanas o motor só observa. Não aparece nada no site, não se promete nada, não se cobra nada.
  2. Chega o diagnóstico. Em vez de uma demonstração do nosso produto, um retrato da loja: quanto dinheiro está ficando em cima da mesa, repartido por carrinho abandonado, hesitação no produto, descoberta deficiente, visitantes recorrentes não trabalhados e oportunidades de venda cruzada.
  3. Ativa-se uma oportunidade. A que tem melhor relação entre ganho e risco, com a experiência visível antes de ir para o ar, e com grupo de controle desde o primeiro minuto.
  4. Mede-se, e sobe-se de degrau. Se o número aparece, sobe-se a autonomia e ativam-se mais frentes. Se não aparece, muda-se de estratégia — e isso fica nos registros, à vista.

O diagnóstico gratuito vende o produto sozinho

Assim se parece um diagnóstico. Numa loja com cerca de 18 mil sessões por mês, a soma das oportunidades identificadas chegaria a R$ 115.100 por mês — 42.500 em carrinho abandonado, 24.800 em hesitação no produto, 18.300 em venda cruzada, 16.500 em descoberta de produto e 13.000 em visitantes recorrentes nunca trabalhados. Nenhum concorrente que exija configuração consegue oferecer isso antes da venda.

Estes valores são o exemplo de um diagnóstico, calculado sobre a demonstração — não são a promessa do que a sua loja vai render. O seu diagnóstico é feito sobre as suas sessões, e o que ele encontrar é o que ele encontrar.

Começar é deixar observar. E observar não custa nada.

A tag entra — ou já está lá. Durante algumas semanas não aparece nada no site e não se cobra nada. No fim, você recebe o retrato da sua loja: onde está o dinheiro que fica em cima da mesa, e quanto vale. A partir daí, decide você.

Abre uma conversa no WhatsApp com a nossa equipe. Sem formulário, sem compromisso.

Pushnews · documento de direção de produto. As sessões da demonstração são geradas por nós a partir do comportamento medido em lojas reais, e os valores de receita são ilustrativos. O que vale para a sua loja mede-se na sua loja.